O impacto do câmbio na inflação 23.9 Ações Opções Análise Técnica Investimentos: análise técnica, como investir na bolsa de valores (Bovespa)

 
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Dizem que os chineses definem crise com dois caracteres, perigo e oportunidade. Em escrever sobre a crise econômica atual o autor corre muito risco e pouca oportunidade de apresentar algo concreto para o leitor. Dito isto, e sem querer contrariar a verdade chinesa, proponho alguns considerações sobre a crise econômica mundial...

O conteúdo exposto aqui, sejam integrantes do Investmax ou não, são apenas opiniões e não são sugestões e indicações de operações. Cabe a cada um fazer sua análise e tomar suas próprias decisões.


Autor Mensagem
MarcosFaria

Usuário Preminum

13 posts
23/09/2011 16:14:30

O Banco Central quer ver onde os mercados de câmbio irão se estabilizar nos próximos dias para avaliar melhor o impacto do real fraco na inflação, disse o presidente Alexandre Tombini nesta sexta-feira (23).
Ele acrescentou que o impacto das variações cambiais na inflação tem declinado ao longo do tempo no Brasil.
Ontem, após o governo adotar medidas ao longo do ano para tentar reverter a trajetória de queda do dólar, o BC agiu para conter a valorização da moeda.


Segundo especialistas, o BC agiu porque uma elevação forte e abrupta da taxa de câmbio traz riscos paras as empresas, que carregam dívidas em dólar. A volatilidade acentuada da divisa também dificulta o planejamento das companhias, dizem.
Além disso, destacam, o BC busca limitar o impacto da alta do dólar na inflação.
"O BC deixou claro hoje que está preocupado com a desvalorização muito rápida do real", disse Carlos Langoni, ex-presidente do BC.


Pela primeira vez desde de 2009, o BC fez uma operação equivalente a vender a dólares no mercado futuro, o que reduziu a forte alta no mercado à vista. A moeda americana chegou a ser negociada a R$ 1,963, mas fechou cotada a R$ 1,895, ainda sim com alta de 1,6%. No mês, a valorização chega a 19%.
A forte alta da taxa de câmbio tem impacto imediato sobre as dívidas das empresas em dólar, observa Langoni. Segundo ele, isso pode afetar negativamente a atividade econômica ao obrigá-las a rever seus planos de investimento, para manter o pagamento dos empréstimos.


Segundo dados do BC, a dívida externa das empresas brasileiras soma US$ 94,9 bilhões.
Embora a alta do dólar eleve a competitividade do produto nacional, variações muito fortes da moeda não beneficiam as empresas, afirma o consultor do Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) Júlio Gomes de Almeida. Por isso, o BC atua para evitar os excessos, diz.
"Ninguém vai decidir exportar mais ou trocar de fornecedor se o dólar não se estabilizar em um novo patamar", disse.


Para o sócio da consultoria Tendências Nathan, a intervenção do BC para limitar a alta do dólar visa conter os impactos na inflação. Os preços em reais de produtos como soja, milho e café já estão mais altos do que no início de agosto.
Se o dólar ficar em R$ 1,70, em média, até dezembro, ele projeta que a inflação fecha o ano em 7,2%, bem acima do teto da meta do BC, de 6,5%.


Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da corretora NGO, acredita que a tendência da moeda é voltar para algo entre R$ 1,65 e R$ 1,70.
Segundo ele, o que provocou a forte alta do dólar foi a queda de liquidez no mercado futuro, após o governo anunciar a taxação de operações com derivativos cambiais que apostam na queda da moeda americana.


Grandes fundos de investimento que estavam apostando nesse cenário começaram a perder dinheiro quando a moeda americana passou a se valorizar, explica.
No entanto, observa Nehme, quando eles tentaram desmontar as operações, encontraram poucos investidores dispostos a vender dólar no mercado futuro, exatamente devido ao novo imposto anunciado pelo governo.


Esses investidores, então, cobraram caro para vender a moeda, o que puxou a cotação do dólar para cima.
"Por isso, o BC ofertou dólares no mercado futuro", afirma. "Quando esses fundos conseguirem desmontar suas operações, a pressão sobre o dólar vai diminuir", estima Nehme.
 


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